Quando puderes, tenta sair desta cidade, para o mais longe possível.
Tenta fazê-lo sabendo que não há ninguém a prender-te aqui.
Sentir-te-ás tão bem. Sentir-te-ás tão livre...
Depois, tenta pôr a cabeça de fora do comboio em que partes
e sente o vento a sussurrar o teu nome.
Sentir-te-ás tão bem. Sentir-te-ás tão livre...
Se a ponte, em que o comboio onde partes está a passar, se desmoronar,
e se afundar nos rápidos,
tu sobreviverás.
Porque, enquanto eu te quiser ao meu lado, nada te acontecerá.
E quando souberes disto, apesar de estares no fundo do rio,
sentir-te-ás tão bem. Sentir-te-ás tão livre...
segunda-feira, 15 de março de 2010
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