sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Nada foi feito para durar. E depois?
As pessoas fazem um grande alarido quando perdem alguma coisa,
que supostamente lhes é importante, para quê?
Estamos sempre a querer trocar o carro por um novo,
o telemóvel, por um mais recente e melhor,
a casa por uma maior e mais bonita,
então porque é que não nos sentimos da mesma maneira
quando substituímos sentimentos velhos, gastos e podres
por novos, melhores e frescos?
O ser humano só se desgasta e auto-destrói de dia para dia.

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